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18/02/2008 16:50
OBRIGADO POR DEIXAR AJUDAR
Por Claudio R.
Van, movido por um sentimento filantrópico, implora para que seu grande amigo André e sua nova namorada fiquem àquela noite em sua casa:
- André, eu não acredito que você vai ter a audácia de viajar esta hora da noite, sendo que eu tenho um quarto com cama de casal limpo e cheiroso... Esquece o cheiroso!! Caiu na gargalhada e esperou André acenar com a cabeça dizendo que ficaria.
André é o grande amigo de Van, praticamente irmãos, pau pra toda obra e é relevante dizer que eles sempre topam quaisquer paradas juntos. Van sempre fora o rei da luxúria e André como um fiel escudeiro ou talvez, em determinados momentos, um súdito solícito. Naqueles tempos, ambos estavam já tranqüilos em suas vidas, ambos já perto dos quarenta anos. Mas no passado, foram uns inconseqüentes, não mediam esforços para comer uma mulher e não havia muitos princípios éticos e morais entre eles e suas conquistas.
Quando Van olhou para a namorada de André viu voltar a tona todos aqueles sentimentos de outrora, ficou excitado só de olhar para o contorno do seu corpo, que estava coberto por um vestido longo folgado e transparente. Lorena...
- Lorena Muller, muito prazer! Aquelas palavras foram proferidas por uma boca carnuda, os lábios pareciam um alto relevo de uma estátua grega, grossos e suave... Sua voz doce parecia sussurrar.
- O prazer será todo nosso!!
André olhou pra Van abruptamente quando sentiu que a sua frase tinha tom lascivo e que seu amigo poderia está sendo algo muito mais adiante da gentileza. Olhou para o amigo com olhar repressor e viu este baixar as vistas para o colo de sua namorada. Os seios de Lorena se mantinham apontado para o teto e hipnotizando Van, mas este tentava, sem sucesso, disfarçar o seu interesse repentino pela namorada alheia.
André resolveu ficar, realmente era muito distante, a viagem seria longa e não compensava rodar a noite, sem contar que aquela era a primeira vez que saía com a namorada e eles não haviam transado. Surgia ali a oportunidade de acontecer, com todo conforto, toda pompa e circunstância, concedidos por Van.
Foram dormir, durante o sono Van sentiu um calor que o fizera levantar e ir banhar-se no meio da noite. Como o banheiro da sua suíte era colado ao banheiro social, quando terminara, ouviu um pequeno barulho e torceu para que fosse Lorena do outro lado. Saiu sorrateiramente, cruzou a sala como um ladrão silencioso e impávido, aguardou à porta do banheiro. Pensativo! Relutante! Mas estava cônscio do que queria, e ele queria ter Lorena naquela noite.
Quando a porta do banheiro se abriu, lá estava ela, estonteante, linda e loira. Os cabelos estavam levemente esvoaçados, ainda assim, belos; trajava apenas uma blusa semitransparente e uma calcinha que logo ele descobriria ser minúscula.
Também não conseguiu dormir, Van? perguntou ela, com aquele ar malicioso e ingênuo que ela transportava consigo.
Sim, alguma coisa estava aqui, permeando os meus sonhos...
Sendo assim interrompeu ela você, ao menos, deve ter dormido alguma coisa, já que sonhou?!
É, pode ter sido, mas eu estou sonhando desde as 20:00 hs, quando você chegou aqui em casa falou isso aproximando-se e diminuindo o tom de voz para que ela sentisse a necessidade de está mais perto para ouvi-lo.
Mas e o... Van nem esperou ela terminar e encaixou um beijo ávido e forte.
Lorena relutou, tentou empurrá-lo, mas logo sucumbiu aos braços fortes de Van. Ele a empurrou de volta para o banheiro, trancou a porta... Agora, Lorena deixava de ser relutante para ser sequiosa, e com isso utilizou a sua boca linda para percorrer cada pedaço do corpo semidesnudo de Van. A esta altura Van, que usava apenas um short, demonstrava toda a sua intenção de provê-la de prazer e tesão. Assim, a colocou sobre a pia, abriu suas pernas e apoiou sobre o seu próprio ombro, deixando a mostra o pequeno desenho que adornava a calcinha e, ainda, ficando à mostra extremidades de seus pêlos pubianos, que se esgueiravam libidinosamente pelas frestas da calcinha. Ele arrancou sua calcinha e deliciou-se com o néctar que escorria dela, levando Lorena a soltar pequenos uivos e alongar seu corpo em direção ao teto, soltando o cabide no qual se apoiava para passar a direcionar os movimentos de boca e língua de Van. Ele a penetrou forte, arrancando mais gritos de dor misturados ao prazer... Foram vários orgasmos até ele a virar, colocá-la de quatro, de costas com as mãos apoiadas no vaso sanitário e penetrá-la... Gozaram cambaleantes!
Retomaram os seus quartos e enquanto Van dormia satisfeito, Lorena acordava André para um segundo tempo, o qual ficou surpreso e ao mesmo tempo feliz. No dia seguinte, ao acordarem, André agradeceu Van pela hospitalidade.
- Não há de quê, o prazer foi todo meu.
Claudio R. é o escritor dO Ladrão de Palavras, por algum tempo lhe foi roubada a inspiração, e ladrão que rouba Ladrão, bem, aqui o ditado muda.
enviada por O Ladrão de Palavras
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