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18/06/2009 16:06
D. ELVIRA
Por Claudio R.
D. Elvira é uma jovem senhora de 97 anos, nascida no Recife, descendente de holandeses e que adora sexo. Não se espantem! Ela atribui isso à constância e pertinência que ele teve na sua vida. Aos 15 anos foi dada em noivado para um filho de fazendeiro, coronel da cana-de-açúcar, a quem ela deveria se casar dali uns 4 meses. Porém, depois de uma investida dele em por a mão por baixo do seu vestido, descobriu que gostava de mais da putaria e resolveu por em prática o que o corpo pedia. O frangote achou que ela não era moça de família e desistiu, pondo o nome da jovem Elvira na latrina da sociedade pôs colonial.
Elvira, então, resolveu cair na esbórnia, saiu pra trabalhar num bordel. Como aquilo ainda não era o que decidira como um caminho para sua vida, passou 3 anos fazendo apenas sexo anal. No início era para não perder a virgindade da frente, depois continuei por que o negócio é bom que só, meu filho. Virou uma curradeira de mão cheia, ou melhor, de cu cheio.
Aos 20 anos ela ajudou a acabar com a II Guerra Mundial, serviu ao exército, e como serviu. Virou poliglota, sua língua passou por pênis de todas as nacionalidades e idiomas, e com isso os homens de guerra viravam homens de paz.
Quando voltou ao Brasil Elvira montou seu próprio puteiro, se tornou rica e poderosa, mandava mais que o prefeito e o delegado, dizem que até aquele general presidente obedecia os pedidos dela. Todavia, ela caiu nos encantos de Valdemar, um jovem bem dotado que apareceu no seu estabelecimento. Casaram-se e ela abandonou o meretrício, entretanto, a putaria lhe era característica peculiar, e ela costumava a passear pelos barzinhos a procura de novas emoções.
As emoções lhe renderam status de conselheira, muitos homens que dormira ao seu lado voltavam pra casa sabendo um tanto a mais para fazer uma mulher feliz, e a maioria das mulheres que ouvia os seus conselhos tinham um fino trato na arte de seduzir homens.
Adquirira toda experiência na arte de dá o cu e chupar pau, morder e mordiscar, lamber e sugar, o que vestir e o que tirar, etc. Virou uma expert do sexo e do relacionamento.
Valdemar morrera e muitos acreditavam ser de desgosto, contudo, Elvira e os que a cercavam sabiam que ele morrera de felicidade. Pois é, felicidade mata! E Valdemar morreu de sorriso aberto, logo depois de uma das noites tórridas de sexo entre os dois.
Elvira escrevera 25 livros, muito bem vendidos por sinal, mas com pseudônimos que ela prefere não informar para que o mistério continue a lhe render histórias e também noites de sexo. Em pleno 97 anos de idade, ela jura que ainda faz sexo normalmente, aliás, nada nela é tão normal assim. Diz que o único desconforto é tirar a dentadura na hora do oral, pois, segundo ela, não se acostumou com aquele troço na boca.
A partir de hoje ela recebe perguntas que ajudará às pessoas com problemas de ordem sexual e congêneres. Caso você tenha alguma dúvida de como se vestir, como se despir, como chupar, como não chupar, como massagear, como apertar, como morder, como machucar, como não machucar, ou quaisquer dúvidas neste âmbito, mandem seus e-mails para elvira.madalena1924@gmail.com e considere seus problemas terminantemente resolvidos acessando o blog http://velhadesbocada.blogspot.com. Seu e-mail e nome ficarão em sigilo absoluto se você quiser.
Claudio R. é o escritor de O Ladrão de Palavras e atribuiu dois terços e meio de seu conhecimento sexual à D. Elvira.
enviada por O Ladrão de Palavras
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